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O que é mantra? Para quê serve? Quantos tipos há?

Há muitos mistérios, dúvidas e preconceitos sobre mantras. Ao procurar por aulas de yôga, algumas pessoas me confessaram não gostar de mantras, ora por se sentirem constrangidas ao vocalizar (no caso de pessoas que praticaram em outras modalidades de yôga), ora por pensarem ser “coisa de hippie, alternativo, bicho-grilo”, ora para não conflitar com a religião que a pessoa segue. Explicitarei sobre mantra do Yôga antigo, do primeiro Yôga.

Mantra (man= pensar; tra= instrumento) é a vocalização de sons e ultra-sons que reverberam em nosso organismo e fora dele. Qualquer sílaba, palavra, frase pode ser mantra, desde que pertença a uma língua morta, para que sua pronúncia e sentido não mude como ocorre em uma língua viva.

O mantra não possui cunho religioso e tampouco é usado para adorar deuses (nesta modalidade de Yôga). A vocalização de mantras auxilia o praticante a concentrar-se e a meditar, bem como energizar, relaxar, promover a saúde, vibrar os chakras (círculos de energia), despertar a energia sexual, aumentar o fôlego, melhorar a dicção, promover a extroversão e a introversão, adormecer.

Os mantras detêm um poder específico, ajudam a desentupir os canais de energia por onde o prána (energia) circula em nosso organismo. Em muitas pessoas, estes meridianos estão obstruídos devido a má alimentação, pensamentos negativos, sentimentos inferiores e pesados, influências climáticas.

Os mestres antigos sabiam que não podemos escutar os ultra-sons e, introduziram sons que possuem a capacidade de reproduzir as mesmas propriedades dos ultra-sons. Os mantras atuam por ressonância, e possui tanta força que podem atingir as estruturas ao seu redor.

Além disso, alguns mantras são acompanhados por palmas (que devem partir do prônam mudrá) afim de atritar e estimular os 35 chakras secundários em cada mão (total de 70 chakras)! No final de cada mantra, o praticante é capaz de sentir que suas mãos estão emanando prána (neste caso energia térmica e eletricidade estática) concentradas ali.

Em seguida, o praticante pode permanecer por alguns instantes em prônam mudrá (fechando assim um circuito eletromagnético) ou usando as mãos para energizar alguma parte do corpo (maximizando, por exemplo, um músculo que melhorará seu desempenho em um esporte), fazendo circular esta cota adicional de energia.

Post colaborativo

Yôga de Alta Performance com Amanda Carvalho
Força, equilíbrio, flexibilidade, energia e poder!
Email: amandacarvalhoretz@gmail.com
Fones: (14) 99819-1188 (Vivo) | (19) 98244-2915 (Tim/WhatsApp)

The author: Marina Iris

Marina, 33 anos, casada, mãe do #babyRafa, mora em Bauru/SP, Publicitária, apaixonada por musculação e hoje leva uma vida saudável.

1 Comment

  • Quando sofri um acidente grave, além das longas horas de fisioterapia, também me foi indicado acupuntura. Como a acupuntura feita por um médico convencional não estava dando bons resultados, procurei uma oriental que tinha “mãos mágicas”, rs, não sentia as agulhas como senti com o médico e me levava a um relaxamento incrível, pois sou ansiosa por natureza.
    Onde entra mantra nessa história? Ela me ensinou um: Nam Myoho Rengue Kyo que eu gostei bastante de praticar.
    Sobre não ter cunho religioso, como protestante, eu devo discordar não pelo lado do mantra, mas pelo lado da nossa doutrina. Tudo o que é crido como energia, chackra, entre outros, é considerado misticismo e os pastores são totalmente contra. Alguns interpretam até como uma oração e que é o jeito errado de orar que Jesus ensinou, para não usar as vãs repetições.
    Como não sou uma cristã legalista, até pelo fato de ser uma cristã já incomum por ser uma gótica cristã, não faço drama por pouca coisa, muito menos por algo que faça alguém se sentir bem e não está agredindo a terceiros.
    Adorei a postagem, super esclarecedora.
    Beijos.

    http://colunadami.blogspot.com.br

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