08 • agosto • 2013

Artista da Disney Pixar faz homenagem aos clássicos do cinema

O artista da Pixar, Josh Cooley, criou um livro ilustrado homenageando cenas marcantes do cinema. Josh explica que não fez um livro para crianças, mas sim para viciados em grandes filmes, como ele.

Entre alguns dos trabalhos de Cooley para a Disney Pixar estão “Os Incríveis, Ratatouille e Up-Altas Aventuras”.

O livro, “Movies R Fun” já está esgotado, porque foram produzidas apenas 1000 cópias, mas eu trago para vocês algumas ilustras, que sempre mostram uma cena famosa e uma breve descrição do que está sendo visto, “mas com um contexto inapropriado para crianças.” explica.

01) O Iluminado

02) Os Bons Companheiros

03) Clube da Luta

04) A Primeira Noite de um Homem

05) O Silêncio dos Inocentes

06) Seven – Os Sete Crimes Capitais

07) O Exterminador do Futuro

08) Apocalypse Now

09) 2001 – Uma Odisséia no Espaço

10) O Poderoso Chefão

11) Laranja Mecânica

12) Beleza Americana

11 • julho • 2013

Meu Malvado Favorito 2 – Bonecos de Pelúcia

Lendo o Blog de Brinquedo, descobri que a Thinkway Toys está lançando brinquedos baseados no filme “Meu Malvado Favorito 2”. Tem diversas actions figures lindas e algumas delas aparecem ao final desse post, mas escolhi mostrar principalmente os fofos bonecos de pelúcia.

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Quem assistiu ao primeiro filme, certamente saiu do cinema apaixonado pelas menininhas (e a mais popular acaba sendo a Agnes) da história e pelos Minions. No filme dois, a gente tem muito mais de todos eles!

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Agnes e Agnes de pijama

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Minion e Unicórnio


gabriela

02 • maio • 2013

Receitas caseiras para viver e morrer

Receitas Caseiras para Viver e Morrer é um romance de autoria de Debra Adelaide, que tem como personagem principal uma mulher – chamada Délia – que se depara com a certeza da morte após muitas tentativas de tratamento para seu câncer.

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Délia é uma mulher que administra a casa e a família com maestria, sendo a perfeita dona de casa. É uma escritora de sucesso, autora de uma série de livros chamada “Dicas para cuidar do lar”, onde em cada livro se dedica a um ambiente ou afazer doméstico. Além disso, possui uma coluna em um jornal, onde tira dúvidas enviadas por leitores sobre culinária, decoração, limpeza e assuntos relacionados. O que faz de sua coluna um sucesso é o bom humor e a sinceridade na hora de lidar com seus leitores, puxando a orelha quando necessário e sendo irônica em suas respostas.

Quando Délia precisa encarar o fato de que está morrendo, seu instinto controlador a faz querer programar a vida de sua família e ajudar seu marido e suas filhas mesmo após a sua morte – deixar comida congelada no freezer e até mesmo planejar o casamento da filha caçula. Assim, ela começa a escrever mais um livro de dicas para o seu público: Mil e uma dicas para morrer, onde deixa orientações para a pessoa que está morrendo e para a família que passará pelo luto.

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Enquanto o leitor é apresentado a uma mulher que parece sempre saber o que está fazendo, os capítulos intercalam entre passado e presente. Se no presente Délia é a rainha do planejamento e do controle, no passado descobrimos uma jovem que engravidou sem planejar de um músico que não assumiu o filho, e viveu em um trailer durante muitos anos. Uma dona de casa solteira e que não se relacionava bem com a mãe. O passado de Delia ainda não está totalmente resolvido e a proximidade da morte faz surgir nela o desejo de resolver questões ainda em aberto.

Embora o assunto morte seja considerado pesado, aí está um livro que trata do assunto da primeira à última página e consegue ser bem humorado, sem perder a emoção. O livro é recheado de surpresas e tem muito a nos dizer sobre uma personagem que não é muito diferente de nenhum de nós.

05 • abril • 2013

A Hospedeira

Finalmente podemos conferir a adaptação para o cinema de uma nova obra da autora da famosa saga Crepúsculo, Stephenie Meyer. A resenha do livro eu publiquei aqui no ano passado e agora posso falar sobre o filme e fazer comparações. Yay! \o/

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Em “A Hospedeira”, os humanos se tornaram hospedeiros de almas invasoras, que dominam seus corpos e suas mentes. Os corpos permanecem praticamente intactos, exceto pelo olhar brilhante e pelo corte de inserção da alma. É através desses aspectos que os humanos resistentes identificam uns aos outros e é também dessa forma que as almas identificam os humanos e os capturam. A intenção das almas é boa: elas tornam o planeta um lugar pacífico.

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Melanie é um dos humanos resistentes. Ao ser capturada, a alma Peregrina é designada para o seu corpo. Embora tenha sido alertada sobre as intensas emoções humanas e a dificuldade de habitar um corpo assim, Peregrina fica surpresa ao perceber que Melanie ainda existe em sua mente e que se recusa em desocupá-la.

O filme, assim como o livro, tem aspectos bem semelhantes à saga Crepúsculo. Assim como Bella tem dois homens românticos, bonitos e valentes disputando por ela (Edward e Jacob), Melanie/Peregrina – que vivem no mesmo corpo – também tem dois rapazes interessados. O romance é do que tipo que eu não gosto: exagerado e meio piegas.

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Como o livro sempre acaba sendo resumido no filme (o que é compreensível), as coisas acontecem rápido demais e quem assistir somente ao filme talvez não consiga mergulhar na confusão que é para Peregrina (a alma invasora) decidir a sua posição ao lado de sua espécie ou da Melanie que vive em sua mente. Assim como também não é mostrada a dúvida de seus sentimentos em relação à Jared, uma vez que a apaixonada por Jared é Melanie, mas por estar no corpo de Melanie, Peregrina acaba sentindo atração física pelo rapaz.

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Peregrina tem esse nome por ter passado pela maioria dos planetas até então conhecidos sem, no entanto, se sentir capaz de permanecer neles. Não é comum para as almas viverem em tantos planetas diferentes, ou seja, Peregrina é uma desajustada.

O filme respeita o ritmo lento do livro. Sem ser apelativo no quesito “filme com alienígenas invadindo a terra”, a história acaba sendo mais consistente e menos surreal, o que é bem legal e ajuda o espectador a se identificar com a história e a se envolver com os personagens.

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Acho que os pontos em comum com a saga Crepúsculo, como o romance, vão agradar aos já cativos fãs da autora. Ao mesmo tempo, a forma como a autora trata os alienígenas (ou melhor, as almas) é menos fantasiosa do que aquela utilizada com os vampiros e o clima dessa história é mais denso, o que pode agradar um público diferente.

Bom, apesar das minhas ressalvas, eu gostei do que li e gostei do que vi.

19 • março • 2013

Anna Karenina

Anna Karenina é um filme baseado no romance de Tolstoy e conta a história de Anna, uma mulher que viaja para consolar a cunhada que estava vivendo uma crise no casamento devido à infidelidade do marido. Nessa viagem, ela acaba por conhecer o conde Vronsky, por quem se interessa.

Casada com o rico funcionário do governo, Alexei Karenin, Anna vive um amor proibido com o conde, que demonstra por ela o mesmo interesse. Logo, Anna verá que o peso da infidelidade para uma mulher é muito maior do que para um homem.

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Passado no século XIX, o filme retrata a situação de uma mulher que arrumou muito cedo (aos 18 anos) um bom casamento, como era comum na época. No entanto, o verdadeiro amor surge em sua vida anos depois. Anna Karenina teme assumir esse amor e viver a sua felicidade, pois seria proibida pelo então marido de ver o próprio filho.

A relação infiel com o conde acaba por mostrar a falta de liberdade feminina da época bem como o julgamento da sociedade.

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Cada cena é um espetáculo de sensibilidade e de arte. Cada gesto, cada dança, cada representação coreografada sensibilizam e envolvem o espectador. Realmente achei o filme lindo: pela história, pelas cenas exibidas como num palco de teatro, pelo figurino vencedor do Oscar desse ano.

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Para quem gosta de cinema e para quem gosta de histórias de amor fica o meu conselho: assistam.

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